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terça-feira, 9 de julho de 2019

‘Coaches’ para ajudar crianças a viver longe do telemóvel são uma nova profissão

‘Coaches’ para ajudar crianças a viver longe do telemóvel são uma nova profissão



Foto de Gaelle Marcel via Unsplash

Como educar os filhos na era dos ecrãs? O New York Times conta que há pais a pedir ajuda profissional.

A história é contada pelo New York Times (NYT) e tem como referência o contexto norte-americano. O jornal diz que há pais que, alarmados com o tempo que as suas crianças passam ao telemóvel ou podem vir a passar, estão a tentar educá-los segundo os padrões do “pré-smartphones”. E estão a contratar profissionais para os ajudar nessa tarefa.


O NYT chama-lhes ‘consultores de ecrã’ que se deslocam a casa, escolas, igrejas e sinagogas para “lembrar os pais como era ser pai antes”. As abordagens destes ‘coaches’ passam por colocar as crianças a mexerem-se, a jogar à bola ou a criar um imaginário a partir de um objecto antigo que esteja lá por casa. “Não podemos ser máquinas. Estamos a pensar como máquinas porque estamos a viver nesse ambiente mecanizado. Não podemos educar crianças com uma mentalidade mecanizada”, diz Gloria DeGaetano, uma coach de Seattle com quem o NYT falou.
A reportagem do NYT (screenshot Shifter)

Também em Seattle uma professora percebeu a necessidade educativa no campo da adição aos ecrãs por parte das novas gerações e decidiu apostar nesse campo, com um negócio próprio e especializado nessa temática. Além do aconselhamento parental, Emily Cherkin, a ex-professora, criou um espaço de co-working com uma zona onde as crianças podem ficar entretidas com actividades longe de ecrãs.


Cara Pollard, uma coach parental de Chicago, diz que os pais se habituaram tanto a passarem o tempo com ecrãs à frente que se esqueceram de como cresceram sem eles. “Eu digo apenas para tentarem lembrar-se do que faziam enquanto crianças”, conta ao NYT. “E é tão difícil, e eles ficam muito desconfortáveis, mas só precisam de se lembrar.”

Outra ideia que o NYT apresenta para os pais é arranjarem um cão ou um gato aos filhos. “Digo a muitos pais para arranjarem um cão”, refere Richard Halpern, que trabalha como coach em Portland. “Ou digo para mostrarem um ecrã ao seu gato. Eles não vão ligar. Eles estão totalmente presentes. Estão a viver. É um grande ‘role model’.”

Na mesma peça, o New York Times assinala também um movimento semelhante à promessa de virgindade até aos 18 ou ao casamento do século passado. Só que desta vez a “virgindade” é com os dispositivos electrónicos ou redes sociais – abstinência até ao 8º ano ou depois. Podes ler o artigo completo aqui (pode ter paywall).


Destacamos só esta frase do jornal:

“Ninguém sabe o que é que os ecrãs farão da sociedade, se boa ou ruim. Esta experiência mundial de dar a todos uma empolgante tecnologia portátil é ainda nova.”

SHIFTER 

terça-feira, 4 de junho de 2019

OS GIGANTES FINANCEIROS DE ANGOLA E A SABOTAGEM | JOSÉ LOURENÇO

OS GIGANTES FINANCEIROS DE ANGOLA E A SABOTAGEM | JOSÉ LOURENÇO

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Nos últimos meses assistimos em Angola uma clara sabotagem contra o actual Executivo dos grandes gigantes financeiros. Refiro me a constante falta de bens de primeira necessidade.

Falta água, falta luz, falta lambula nos bairros, o preço do cimento não desce tudo porque privatizaram as fábricas nos poderosos deste país, já não há construções anárquicas e os zangões só recebem pessoas de baixa renda porque as centralidades venderam a sei lá quem? Numa inscrição a tempo record.

As empresas que buscam os produtos das fontes de produção nem sempre o fazem a tempo e hora e os bancos que processam o pagamento dos serviços estão sem sistema ou seja estão a dificultar o novo sistema.

O nome antes era salário agora chama-se pagamentos por transferência.  A falta de combustível e gás num país abundante em petróleo mostra o quão distante «Angola quanto tempo falta para amanhã»

Para quando a Refinaria?


A minha memória como é tão fértil em 1992 culpado era a unita que destruía os posto de luz agora são as greves que tornam as águas turvas. O país mudou mesmo já há liberdade de ouvir o contraditório. Diz se em reuniões de portas fechadas que os gigantes financeiros desafiam até o titular do poder executivo a desestabilizar a banca. A ser verdade esta gente não ama Angola porque retirar o capital num país que vos tornou rico é falta de amor e visão. Um dia voltarão a ser pobre porque a Europa onde guardamos o dinheiro chama-nos de corruptos mas são os dinheiros da África que sustenta o status quo internacional e quando eles pensarem em guerra nos venderam armas.Eles gostam de nós mas amam mais o nosso dinheiro.


A teoria da hegemonia financeira admite a simbiose do sector bancário e da indústria, e reconhece a posição central dos bancos no fluxo dos capitais. As grandes instituições financeiras dominam os fluxos dos capitais. A teoria da constelação de interesses, desenvolvida por John Scott, converge em grande parte com a teoria da hegemonia financeira. O desenvolvimento acionado interfirmas produziu um sistema unificado de capitalismo financeiro, mas criou igualmente um sector dominante de empresas cuja propriedade está completamente despersonalizada. Deste modo encontramo-nos perante uma situação que não depende nem do «controlo bancário» nem do «controlo empresarial» mas que procede de uma forma de controlo por uma «constelação de interesses» um pequeno número de acionistas institucionais possui pacotes de acções permitindo intervenções na gestão de numerosas grandes empresas, mas não têm a necessária coesão para formar um grupo que vise a totalidade do controlo ativo.

Numa sociedade moderna complexa, a elite dirigente é diversificada e comporta grupos que defendem interesses específicos. Assim, as elites económicas e as elites políticas têm desafios diferentes e invocam legitimidades particulares. Todavia, na gestão corrente mantêm relações estreitas. Logo, uma mudança notável que afete uma das duas elites só pode ter efeitos em retorno sobre a outra.(HUTHER 2004)

Quem faz água sair turva? Quem costuma a vandalizar os postos de luz? Quem faz o gás de cozinha faltar? Quem faz o combustível faltar? Daqui algum tempo também estaremos a falta do pão ou o pão poderá subir de preço tão logo o combustível e o táxi subir...... mas ninguém nos tira da cabeça que não há conspiração pelos gritos da falta de água do curoca ao bairro simioni. Dividem só os ministério ENERGIA E ÁGUA deixam a responsabilidade da energia com ele e dão as águas a outro João que nos pode fazer milagre já que estes profetas(ELIAS) não vão ao cunene desafiar os tranca chuvas.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

A PARÁBOLA DAS ABELHAS E DOS ZANGÕES/ CASO ´´ VIAGEM (REGRESSO) DO CAMARADA PRESIDENTE JES´´. | José Lourenço

A PARÁBOLA DAS ABELHAS E DOS ZANGÕES/ CASO ´´ VIAGEM (REGRESSO) DO CAMARADA PRESIDENTE JES´´. | José Lourenço


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Saint- Simon propôs a parábola das abelhas e dos zangões, surgida em 1819; os zangões são as categorias ociosas, os proprietários-rendeiros. As abelhas são os verdadeiros produtores sem os quais a nação não poderia subsistir. (Saint- Simon, 1819, 1966, pp.17-21) na enumeração das «abelhas», encontramos a prefiguração da ordem de excelência proposta mais tarde por Pareto.

«Os cinquenta primeiros físicos, os cinquenta primeiros químicos, etc.» Todavia trata-se de uma ordem de excelência nas actividades que se prestam arduamente à fraudulenta atribuição de «etiquetas» de pertença a uma elite. (Pareto,1916).

Saint- Simon enumera então categorias que cumprem as tarefas indispensáveis à prosperidade económica e ao progresso científico. Aos seus olhos, é a verdadeira elite do país. Lara (1995) refere que o poder político normalmente não se extingue com facilidade, podendo todavia mudar de elites, transferir-se para outros líderes e o facto político é todo o acontecimento implicado na luta pela aquisição, manutenção e exercício do poder na sociedade.

O poder em Angola é fundamentalmente concentrada naquilo que C.R. Mill denominou como o triângulo do poder Elite Política, Econômica e Militar e a passagem de poder criou em si um sentimento de insatisfação por parte de certas elites que encontram-se insatisfeitos com a rotura causado pela nova liderança.

Quanto aos zangões, Saint Simon não sonha de modo algum em atribuir-lhes uma «pontuação de excelência» Trata-se de homens e de mulheres que adquiriram uma posição preeminente na sociedade ou que herdaram (os príncipes e as princesas) .Sem dúvida que é injusto classificá-los de ociosos, mas a sua excelência-se é que existe excelência- manifesta-se em domínios de atividade que pouco servem para a prosperidade do país.

A viagem do camarada presidente JES criou na sociedade um facto político na medida em que a rejeição de viajar em voo do estado preocupou a nação sendo que o mesmo beneficia de vários privilégios consagrado na constituição angolana.

O comportamento de rejeição faz parecer a sociedade que existe uma desavença entre o antigo poder e o actual poder. E as recentes reações de sua filha aclaram a manifestação do conflito interno latente. De forma preocupante um dos jornais privados elencou a teoria da conspiração como se estivessem a preparar algo contra o ex estadista angolano.



A ser verdade, preocupa-nos bastante porque há muita fuga de informações e a comunicação social não deve ser veículo de boatos, intrigas. As medidas a serem tomadas devem merecer a concertação interna e eliminar a fuga de informações é necessário manter a coesão apesar das diferenças e que as divergências não sejam exterior para que os factos não alarmem a sociedade. «A melhor viagem é o regresso» e o maior desafio que existe entre o actual poder e ex estadista é manter vivo uma organização cujo nome é MPLA a sobrevivência da organização depende de ambos e que os militantes e sociedade civil não se deixam levar pelas divergências com a força do passado e a rotura do presente que o grupo alinha-se às mudanças de novos paradigmas.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

ENTRE A TRANSGRESSÃO E O CRIME / CASO DA ZUNGUEIRA | José Lourenço

ENTRE A TRANSGRESSÃO E O CRIME / CASO DA ZUNGUEIRA | José Lourenço


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Nos ultimos tempos há uma constante repetição de erros de palmatoria que biliscam a instituição que representa o estado e que encontra-se diariamente proximo das populações.

Os montes estão longe de ser Belo, num país onde os cidadãos vão perdendo a confiança daqueles que devem os protegeres mas acabam matando seus próprios irmãos.

Já não há guerra calaram-se as almas, mas ainda jorre sangue no solo pátrio.

Entre a razão e a incoerencia ? Weber indicou o caminho, com a sua análise do processo de racionalização do mundo moderno e a sua classificação das formas de racionalidades.

Na concepção utilitarista importada da teória economica (as pessoas limitam-se a agir em termos de cálculos custo-benefício) os inglêses chamam de ́ ́racional choice ́ ́ (Morin) refuta a ideia de separar o lado racional do homem da sua dimensão irracional e afectiva.

Há arquitetura da nossa sociedade está fragilizar por falta de amor ao proximo pelo que demostra uma razão clara de analisarmos de forma antropologica respeitando o (funcionalismo e estruturalismo) para percebermos melhor as soluções desta problematica cujo nome é ZUNGA. Parsons descreve a sociedade como um sistema estavel e organizado em torno de quatro funções essencias:

Adaptação, a prossecução de objectivos, a integração e a manutenção das normas.

Os zungueiros têm dificuldades de adaptar-se quando alteram os seus modos vivendo e a pobreza os leva a lutarem para sobreviver, encontram na zunga a estratégia de sobrevivencia e a prossecução dos seus objectivos passa em vender mercadorias para sustentar suas familias em clientes que insistem em comprar na rua por ser mais facil.

Algumas vezes mesmo criando metódos para reintegra-los ou ajustar as actividades por eles praticado tem se tornado tarefa dificil na medida em que há conflitos de papeis e interesses entre as administrações e orgãos da manutenção de ordem pública. fica dificil ennteder a quem compete prender as mercadorias de um ambulante que comete uma trangressão administrativa e que acaba mortalmente pagando por insistir em vender e desafiar a ordem estabelecida?

A sociologia tem como vocação descrever, o mais fiel possível, a sociedade e o seu funcionamento. Zygmunt Bauman descreve uma sociedade «líquida» em permanente mudança, para sublinhar o facto de que tudo oque dava às nossas sociedades um carácter estável e previsível (instituições, tradições) desaparece, para dar lugar a um mundo onde « as condições nas quais os seus membros agem mudam em menos tempo do que aquele que é preciso aos modos de acção para fixarem em hábitos e rotinas.

Morreu cidadã em Viana, Morreu Cidadão na Rotunda do Camama, Morre cidadã no Rocha ali a manifestação do conflito é latente, atenção que esta reação do Rocha não foi boa e se aprofundarem as origens do ponto de vista antropologico dos instigadores a revoltarem se contra as autoridades é provavel que apareça pessoas que não são angolanas. Porque a reação diante de situações que envolvem morte não tem sido as mais boas... Independentemente dos erros quando as instituições do estado são vandalizadas simboliza fragilidade. Populares revoltaram-se no cazenga, rocha, e os angolanos antes não se revoltavam ao ponto de queimar pneus, destruir bens públicos como ocorre nestes ultimos tempos. Assim como a prática de justiça por mãos proprias nas fogueiras de meliantes do Bita, do Golfe Sapú, Palanca, Mabor.

Há fragilidade por parte psicologica dos agentes de ordem que mancham a corporação com actos como: as que ocorreram no rocha e em outros cantos desta Angola.

Espera-se que trabalhamos todos para ajudar as familias que sofrem por estes incidentes e que se criem gabinetes psico-pedagogicos em todos os orgão castrense do estado para ajudar os efectivos a desempenhar melhor o seu papel. Que reine o perdão a tolerancia e a justiça seja feita para que os cidadãos acreditem que AINDA O SONHO DE AGOSTINHO NETO.

Renunciar Angola e os Angolanos é impossível, quanto o problema da ZUNGA a academia pode ajudar.

Para melhor compreensão do fenomeno ZUNGA ou algumas soluções possiveis consultem a Universidade Jean Piaget em refencia o Professor Doutor Marcelino Pintinho que têm uma visão holistica em matéria de ZUNGA.

Quem já vendeu para sobreviver ou comprou na rua alguma Magoga sabe que ZUNGAR NÃO É CRIME.

Por José Lourenço | sociologo e mestrando em gestão do desenvolvimento do potencialhumano em ambiente empresarial.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

As incertezas americanas: o caso da venezuela | José Lourenço

As incertezas americanas: o caso da venezuela | José Lourenço

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Os conflitos na América têm dado resultados previstos. O caso da venezuela não será excepção na medida em que os conflitos são de natureza política.

Existe uma guerra política entre a direita e a esquerda e maior parte dos partidos esquerdistas com forte apoio do comunismo ou o socialismo estão a ser retirados da cena política.

Aconteceu com Argentina, Brasil e o México continua a ser o próximo alvo.

Hoje o comunismo que nos parece um socialismo democrático está em desuso em função dos partidos de esquerdas estarem profundamente envolvidos em casos de corrupção e má governação e suas lideranças representam a única solução.

Quanto ao caso do conflito da venezuela a liderança de Nicolás Maduro não vai para muitos anos em função de ter um adversário que conta com o apoio de vários países da comunidade europeia e dos estados unidos da américa. Se a esquerda brasileira e da argentina não resistiram a vassoura não me parece que Maduro consegue. É de recordar que o Presidente Nicolás Maduro é muito forte e aprendeu muito e a proximidade com malogrado e imortal comandante Hugos Chaves deu-o inputs elevados no sistema de relações internacionais por isso continua a ter apoio do Bloco Soviético e da grande potência que é a china.

Os que se posicionam a favor de Guaidó claramente podem apontar erros do governo Maduro como: má governação que criou uma crise humanitária sem precedentes, milhares de venezuelanos abandonam o país porque não há certeza que Maduro encarna o comandante Chaves. infelizmente para a esquerda os grandes pilares na América Latina vão desmoronando, a vida levou o comandante Fidel, levou Chaves, e abandonou Lulas e hoje os especialistas em relações internacionais afirmam que: O comunismo já não mete medo. KASPI & DUROSEELLE(2009, P577) A política externa da direita é muito forte mas as suas intervenções levam ao descontentamento daqueles que sofrem diretamente com as intervenções em território próprio. Liberta-se o povo da ditadura mas apresentam grandes dificuldades em ajudar uma república a reerguer-se com pessoas que acertam naquilo que chamamos de justiça social.

Em sociologia das relações internacionais qualifico a venezuela como um dos países posicionado no movimento daqueles países denominados NÃO ALINHADOS. A venezuela enfrenta uma crise de um fenômeno cíclico inerente ao sistema político internacional.

Quanto a minha visão o diálogo entre as partes litigantes na venezuela é a saída da crise política e humanitária. O conflito está em fase latente e sua manifestação pode espoletar numa guerra civil se o presidente Nicolás Maduro não renunciar.

É pouco provável que recue em função de ter apoio interno pelas forças armadas e algumas potências internacionais e nas aparições e discursos deixa sempre a ideia aberta de que não descarta uma reação militar se seu opositor e populares receberem apoio militar.

Guaidó surge como uma revelação no sistema político e propõe algo bonito que os politólogos afirmam concorrer para expressão do sufrágio, o professor Adriano Moreira aponta um modelo funcional que denomina como: concorrência para a formação e expressão da vontade política. E Guaidó leu bem este sistema e coloca em funcionamento as ideias como: formação da opinião pública, hoje têm visibilidade nacional e internacional pelos mídia e ganhou aceitação internacional, nos seu discursos propõe eleições e com certeza que não está nesta luta sozinho deve ter vários candidatos que o apoiam, e no futuro pretende disciplinar as pessoas que poderão ser eleitas só que o opositor auto proclamou-se presidente da república e não têm um partido que aparece como seu suporte e pode ser uma réplica idêntica ao fenômeno Brasileiro. O presidente Jair Bolsonaro considera venezuela como uma ditadura e é favor da intervenção. Penso que devemos respeitar as opiniões individuais não apoio intervenções militares, sua Santidade Papa Francisco deve aconselhar as partes e muito obrigado presidente Bolsonaro por ajudar na recepção de milhares de pessoas que abandonaram Venezuela em função destas posições antagônicas deste nosso conturbado planeta terra.

Bodin entende que os atributos da soberania são o poder legislativo e o poder executivo.
Sobre as três formas clássicas de governo- Monarquia, Aristocracia e Democracia.

A soberania, é o poder absoluto e perpétuo de uma República, um poder não subordina à lei.
O poder soberano só existe quando o povo se despoja do seu poder soberano e o transfere inteiramente para o governante. Assim, o poder conferido ao soberano é o reflexo do poder divino, e, por isso, os súbditos devem obediência ao seu soberano. E o povo de venezuela está dividido, a democracia venezuelana está em crise. E o poder de MADURO amadureceu muito ao ponto de seus adversários pensarem em comê-lo


Por José Lourenço | Sociólogo